ESTREIAS DA SEMANA - NOS CINEMAS E NOS STREAMINGS

Confira bons filmes pra assistir neste final de mes em casa ou nos cinemas

26/04/2026 04:17 Por Felipe Brida
ESTREIAS DA SEMANA - NOS CINEMAS E NOS STREAMINGS

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Cinco tipos de medo

Thriller brasileiro dirigido por Bruno Bini, que também assina a produção, o roteiro e a montagem, em seu segundo filme, depois de “Loop” (2020), em mais uma obra instigante e original. Ele entrelaça cinco histórias de violência urbana trazendo à tona relações humanas fragilizadas, marcadas por desejo, vingança e sobrevivência. Rodado em Cuiabá (MT), o filme (que tem muito de drama e suspense) se destaca pela narrativa fragmentada, cujas tramas, independentes, vão se cruzando. Temos ali Murilo, um jovem músico que, após quase perder a vida em uma UTI, tem um caso com Marlene, sua enfermeira. Ela, no entanto, vive um relacionamento abusivo com Sapinho, um traficante visto como protetor da comunidade onde moram. Surge então a policial Luciana, que prende Sapinho e, movida por vingança, desencadeia uma série de eventos que atingem em cheio o advogado Ivan, um homem duvidoso que manipula informações a seu favor. Os núcleos narrativos se cruzam em momentos de violência, perseguição e escolhas morais, carregado com um clima de tensão e incerteza no ar (imagens reforçadas pela boa fotografia noturna, quase claustrofóbica). Cada personagem tem um “tipo de medo”, como o da morte, o da solidão e o da verdade, e cada passo dado os faz refletir sobre suas inseguranças. Produzido pela Plano B Filmes e Druzina Content, marca a estreia nos cinemas de Bella Campos (modelo e atriz da novela “Pantanal”) e participação do rapper e cantor Xamã em seu segundo filme. Todos estão bem, com seriedade nos papeis, que incluem ainda as atrizes Barbara Colen, de “Bacurau”, e Rejane Farias, de “Marte Um”, e os atores Jonathan Haaggensen, de “Cidade de Deus”, e Zécarlos Machado, da série “Sessão de terapia”. O filme venceu quatro prêmios no Festival de Gramado (melhor filme, roteiro, montagem e ator coadjuvante para Xamã) e é uma das boas estreias da semana nos cinemas brasileiros, com distribuição da Downtown Filmes.

Caso 137

Indicado à Palma de Ouro em 2025, o ótimo thriller francês “Caso 137” tem direção firme assinada pelo veterano Dominik Moll, cineasta que gosto muito, de “Harry chegou para ajudar” (2000), “O monge” (2011) e “A noite do dia 12” (2022). E estrelado por Léa Drucker, premiada nesse papel com o César de melhor atriz – querida na França, fez mais de 90 longas, como “Custódia” (2017) e “Close” (2022). O filme acompanha Stéphanie Bertrand (Léa Drucker), uma policial da Corregedoria Francesa (IGPN), encarregada de investigar um jovem gravemente ferido em uma manifestação em Paris. O caso, de número 137, embora não contenha provas de abuso policial, ganha novos contornos quando ela descobre que a vítima é de sua cidade natal, colocando em choque sua disciplina profissional. Entre a sala de interrogatório, análise de imagens do caso e conversas informais com colegas de trabalho, Stéphanie entra de cabeça numa investigação pessoal complexa, que mudará tanto sua vida quanto a do investigado. Dominik Moll escreveu o bom roteiro junto do premiado roteirista Gilles Marchand, em mais uma parceria – juntos escreveram outros quatro filmes. “Caso 137” é um estudo sobre comportamento humano frente aos dilemas éticos da profissão, atingindo o universo da IGPN (Inspeção Geral da Polícia Nacional), que controla e fiscaliza todas as polícias da França – por isso o longa traz um ambiente marcado por tensões e desconfiança, já que os agentes policiais investigam colegas e enfrentam hostilidade interna. É uma das boas estreias da semana nos cinemas, disponível em 15 salas do país, como as capitais SP e RJ. A distribuição é da Autoral Filmes.

O estrangeiro

François Ozon, aclamado diretor francês que realiza até dois filmes por ano, fez uma belíssima e atualizada versão para o cinema do clássico livro “O estrangeiro”, de Albert Camus, publicado originalmente em 1942. Ultimamente Ozon roda seus filmes em PB e aqui repete a dose, recorrendo a uma fotografia de brilhar os olhos – situada na Argélia da década de 30, quando ainda colônia da França. Observador, Meursault (Benjamin Voisin, que trabalhou com o diretor em “Verão de 85”) é um rapaz fechado em seu mundo próprio, sem empatia pelos outros. Faz sexo com uma jovem e diz a ela que não sente atração nem desejo por ninguém. Num dia de sol, comete um assassinato na praia e vai para julgamento. Pensativo sobre a morte recente da mãe, ele se põe a questionar seus feitos, trancado numa cela enquanto aguarda seus dias finais – já que ele pode ser guilhotinado, caso seja culpado pelo crime. Tanto livro quanto a versão de Ozon trabalham temas comuns no universo de Camus, como alienação e indiferença ao mundo e aos outros. Filosófico, na linha do existencialismo, é uma obra madura do cineasta, que marca sua nova fase de criação. Voisin, o ator principal, compila a essência do personagem Meursault com seus olhares apáticos e constante desinteresse pelas pessoas que cruzam seu caminho. Exibido no Festival de Veneza de 2025, onde concorreu ao Leão de Ouro, o assisti no Festival do Rio e agora o filme está em cartaz no Brasil, com distribuição pela California Filmes.

Pacto de redenção

Lançado em 2023 no Festival de Toronto e no ano seguinte nos cinemas internacionais e brasileiros, o filme é a segunda investida do ator indicado ao Oscar Michael Keaton como diretor. Ele também atua nesse sólido drama de suspense, como o protagonista, um assassino de aluguel chamado John Knox, que recebe o diagnóstico de uma forma rara de demência. Seu médico informa que a doença acometerá rapidamente o cérebro, então Knox resolve se afastar do mundo do crime para se reconectar com o filho, Miles (James Marsden). Na reaproximação, ele dará uma mão para o rapaz se livrar de um brutal assassinato, só que as coisas sairão do controle. A trama envolve e traz novos elementos no decorrer do filme, desenrola-se em ritmo tenso, explorando tanto a fragilidade da memória do protagonista quanto os dilemas morais de um homem que sempre esteve à margem da lei. Keaton realizou um trabalho maduro e de consistência (como diretor e ator), injetando uma atmosfera sombria e intimista na obra, que conta com a ajuda de um elenco de peso, como Joanna Kulig, Ray McKinnon, Dennis Dugan, Jimmy Ortega e participações especiais de Al Pacino e Marcia Gay Harden. São 114 minutos que passam voando, num thriller interessante sobre a última chance de redenção de um criminoso. Disponível no streaming da HBO Max.

Pai do ano

Segundo filme da atriz Hallie Meyers-Shyer como diretora e roteirista, sete anos depois da comédia romântica com Reese Witherspoon “De volta para casa” (2017). Agora o humor é menos nessa comédia dramática protagonizada por Michael Keaton, que na última década vem entregando papeis marcantes de homens maduros em crise conjugal/afetiva/familiar. Em “Pai do ano” (2024), Keaton interpreta Andy Goodrich, um galerista de arte cuja vida dá uma sacolejada quando a esposa Naomi (Laura Benanti) decide se internar em uma clínica de reabilitação por 90 dias, por causa do vício em remédios. Andy sempre foi dependente da mulher para tudo, inclusive para cuidar do casal de filhos gêmeos temporãos. Sem saber o que fazer, pede ajuda para a filha com quem não tem bom relacionamento, Grace (Mila Kunis), fruto do primeiro casamento há quase 40 anos. Os dois voltam a se falar, em primeiro momento ela estranha, e ambos se abrem para uma reaproximação. Até Andy descobrir que Grace está gravida e será avô pela primeira vez. Uma história bonita, leve, de reconexão familiar (no caso, de pai que se reencontra com a filha que nunca cuidou direto), que mistura uma comédia simpática a um drama emotivo. Diferente ver também na tela um personagem de quase 60 anos, o protagonista Goodrich (que é o título original do filme), que precisa amadurecer às pressas para lidar com a tarefa de ser pai triplo (tanto das crianças gêmeas quanto da filha mais velha). Tem momentos delicados, como o desfecho, ótimas atuações de Keaton e Mila – e ainda aparecem no filme em pequenas participações Andie MacDowell e Kevin Pollak, e uma história fácil de se envolver, por tocar em questões humanas. Disponível no streaming do Prime Video.

Máquina de guerra

Novo filme de ação barulhento da Netflix, que não desaponta com uma trama de perseguição de roer as unhas e efeitos visuais supereficientes. Suspense, ação e ficção científica são os três gêneros fundidos numa trama que lembra “O predador”, só que com uma máquina mortífera no lugar da criatura espacial. Um campo de treinamento militar em uma área isolada, próximo a uma floresta, vira cenário de terror quando um grupo de recrutas passa a ser caçado por um estranho aparato vindo do espaço que atira centenas de balas por minuto, joga bombas e tem um visor que localiza facilmente as presas. É uma máquina gigante, como um robô sem rosto, que espalha destruição por onde anda. Os sobreviventes, liderados pelo agente 81 (Alan Ritchson, de “Jogos vorazes: Em chamas”), procuram lugares para se esconder e planejar maneiras de acabar com o monstro de metal. Aquele grupo habituado a exercícios extenuantes no campo de treinamento precisará lidar com uma nova forma de inimigo, revelando que o combate vai além das fronteiras humanas. Diretor, produtor e roteirista australiano, Patrick Hughes é conhecido dos cinéfilos de fitas de ação, por ter feito “Os mercenários 3” (2014 - um dos mais explosivos e absurdos da franquia) e as duas partes de “Dupla explosiva” (2017 e 2021); agora ele entrega seu melhor trabalho, pelo menos o mais impactante, um filme-pipoca de sobrevivência repleto de corre-corre e explosões. As batalhas são meticulosamente coreografadas, há cenas espetaculares de fuga, e a câmera ágil acompanha tudo, com cortes dinâmicos. E o longa não fica só ali na ação na selva: tem certo drama intimista, já que protagonista é atormentado por lembranças de uma tragédia que o faz seguir em frente. Participam do filme Dennis Quaid, Stephan James, Esai Morales, Jai Courtney e James Beaufort (ator que é também o roteirista do filme junto de Hughes). Disponível na Netflix.

Entre nós – Uma dose extra de amor

Exibido no festival SXSW, a comédia romântica dirigida por Chad Hartigan, de “Memórias de um amor” (2020), busca renovar o gênero com uma história moderna, que aposta em personagens carismáticos em situações inesperadas para falar de amor e amadurecimento. Olivia (Zoey Deutch, de “Nouvelle Vague”), uma garota em uma fase crucial da carreira, conhece Connor (Jonah Hauer-King, de “Casa de dinamite”), um rapaz boa pinta, que chama a atenção das mulheres. Em meio a encontros e desencontros, a relação entre os dois vira uma espécie de amizade colorida. Numa noite aparentemente normal, os dois trombam com Jenny (Ruby Cruz, de “Bottoms”); sentam-se na mesma mesa de bar, conversam sobre vários assuntos e resolvem participar de um ménage. A noite de sexo entre os três evolui para um complicado triângulo amoroso, também uma disputa entre quem ficará com quem – até que Olivia e Jenny surgem grávidas no mesmo dia. O filme guarda surpresa, é afetuoso, com frescor e ousadia, sem os clichês de fitinhas românticas água com açúcar. O elenco central sustenta os personagens, de três pessoas que curtem a vida em balada e bar e de repente se veem futuros pais e mães. Há uma boa reflexão sobre o mundo do amor moderno e suas contradições (no caso um relacionamento que se equilibra entre triângulo amoroso e trisal). Exibido nos cinemas brasileiros em dezembro, com distribuição da Paris Filmes, chega agora ao streaming (disponível no catálogo do Prime Video) – eu assisti sem apostar muito e saí com boas impressões da sessão. Recomendo.

Elefantes fantasmas

Werner Herzog, cineasta mentor do novo cinema alemão nos anos 70 e 80, aos 83 anos continua na ativa melhor do que nunca. Trabalhou com Klaus Kinski em obras cultuadas, como “Aguirre – A cólera dos deuses” (1972) e “Fitzcarraldo” (1982), chegou a fazer participações em produções americanas como ator, e há mais de duas décadas roda documentários ambientais, sobre a relação do homem com a natureza, narrados por ele, como “O homem urso” (2005), “Encontros no fim do mundo” (2007 – indicado ao Oscar de doc), “Visita ao inferno” (2016) e agora “Elefantes fantasmas” (2025). O veterano cineasta apresentou esse seu último trabalho, feito com a National Geographic, no Festival de Veneza do ano passado, recebendo um prêmio especial, depois levando o filme para festivais como Telluride, Hamptons e Rio. Em “Elefantes fantasmas” ele realiza um trabalho criterioso de pesquisa, sobre a jornada de ambientalistas ao fim do mundo em busca de uma manada de elefantes que se esconderam por décadas da caça e da guerra civil que assolou a Angola; Herzog, ao lado de um grupo de rastreadores e pesquisadores nas terras altas da Angola, procuram por vestígios dos chamados “elefantes fantasmas”, criaturas quase míticas, que aparecem sem ninguém perceber e somem. Na expedição que demora semanas, vai o renomado biólogo Steve Boyes, que estuda fauna e flora na África, além de nativos angolanos, que analisam pegadas e resquícios de alimentos no amplo ecossistema da região; também observam imagens de câmeras espalhadas em pontos estratégicos de árvores para chegar até os distintos elefantes – muitos acreditam que esses animais nem existam, já que é fato raro vê-los. É um documentário investigativo fascinante pelo reino animal da África, com seus mistérios e crenças. Produção da Disney, National Geographic e Hulu, está disponível agora no streaming da Disney+.

 A história de um gorila

Outro excelente documentário sobre o reino animal chega ao Brasil, desta vez um filme britânico da Netflix, que estreou na plataforma no último dia 17. É conduzido por David Attenborough, um dos mais respeitados naturalistas do mundo, ex-diretor da BBC e que por mais de 60 anos apresentou programas de TV sobre vida selvagem. Aqui, David relata sua primeira experiência com o bebê gorila Pablo, quando viajou para a Ruanda nos anos 70 e lá teve o encontro marcante com o animal. Ele acompanhou todo o crescimento dele, bem como a relação com os outros animais. No filme as imagens de arquivo relembram esses momentos afetuosos, e não apenas a ternura dos encontros, mas o impacto que teve na trajetória de David como divulgador científico e seus estudos sobre macacos. O filme foca na relação de David com os descendentes diretos de Pablo (que viveu mais de 34 anos, morrendo em 2008), um símbolo da continuidade e da força da espécie. Responsável por popularizar o reino animal na mídia, David, irmão mais novo do ator e diretor Richard Attenborough, apresenta um filme cativante, nos moldes das produções da National Geographic, trazendo informações diretas de um jeito fácil de entender – ele completa em maio, 100 anos de idade. Dirigem dois nomes de destaque do universo do documentário: James Reed, um dos diretores de “Professor Polvo” (2020), ganhador do Oscar, e Callum Webster, que juntos fizeram a aclamada minissérie indicada ao Bafta “O império dos chimpanzés” (2023).

Meus amigos indesejáveis: Parte I - Último ar em Moscou

Com a impressionante duração de 324 minutos (o que pode ser um impeditivo para alguns), o novo documentário político da Mubi é um exercício de como o jornalismo é alvo constante de perseguição na Era Putin. Para trazer isto à tona, a diretora e roteirista de origem russa Julia Loktev acompanha por meses um grupo de jornalistas independentes em Moscou antes da invasão da Ucrânia, em 2022. O período é de tensão, já que a mídia não pode exercer plenamente a liberdade de expressão no país. Putin acusa quem o critica de opositor do regime, colocando seus nomes na lista de “agentes estrangeiros” - muitos já foram exilados e outros morreram de forma misteriosa. O documentário é um compilado desses dias de privação e medo, com relatos surpreendentes de dentro daquele núcleo jornalístico, composto quase todo por mulheres, apontando como as ameaças chegam a cada um. A diretora parte de sua própria inquietação para revelar como o regime autoritário invade instituições, criminalizando pessoas para encobrir a verdade e moldar o pensamento ultranacionalista (que depois viraria pró-guerra). Reportar a realidade sobre a invasão da Ucrânia tornou-se um ato de coragem que custou a liberdade ou o exílio daqueles jornalistas combativos. Figuras como as jornalistas e ativistas Anna Nemzer e Elena Kostyuchenko mostram o rosto para discutir os dilemas éticos da profissão, na tentativa de manter a independência de seus trabalhos. A Era Putin é retratada como um tempo em que a lealdade ao governo é exigida como prova de cidadania, e qualquer desvio pode resultar em perseguição – depois da invasão da Ucrânia, a situação piorou muito quanto aos direitos do povo e do trabalho jornalístico. Um filme sério, de atmosfera sufocante, cujo título simboliza a repressão à liberdade. O mérito da obra está em transformar uma investigação pessoal em crítica política incisiva, servindo como um testemunho de uma triste época. Todos os jornalistas envolvidos no doc tiveram de deixar a Rússia nos primeiros dias da invasão da Ucrânia, juntamente com milhares de opositores da guerra, considerados traidores da pátria. Exibido nos festivais de Berlim e Nova York, concorreu ao prêmio de melhor documentário no Independent Spirit Awards. A diretora e roteirista prepara a parte 2, que está em pós-produção e se chamará “Meus amigos indesejáveis: Parte II - Exílio”, previsto para final deste ano.

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Sobre o Colunista:

Felipe Brida

Felipe Brida

Jornalista, cr?tico de cinema e professor de cinema, ? mestre em Linguagens, M?dia e Arte pela PUC-Campinas. Especialista em Artes Visuais e Intermeios pela Unicamp e em Gest?o Cultural pelo Centro Universit?rio Senac SP, ? pesquisador de cinema desde 1997. Ministra palestras e minicursos de cinema em faculdades e universidades, e ? professor titular de Comunica??o e Artes no Imes Catanduva (Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva), no Senac Catanduva e na Fatec Catanduva. Foi redator especial dos sites de cinema E-pipoca e Cineminha (UOL) e do boletim informativo "Colunas e Notas". Desde 2008 mant?m o blog "Cinema na Web". Apresenta quadros semanais de cinema em r?dio e TV do interior de S?o e tem colunas de cinema em jornais e revistas de Catanduva. Foi j?ri em mostras e festivais de cinema, como Bag?, An?polis, Bras?lia e Goi?nia, e consultor do Brafft - Brazilian Film Festival of Toronto 2009 e do Expressions of Brazil (Canada). Ex-comentarista de cinema nas r?dios Bandeirantes e Globo AM, foi um dos criadores dos sites Go!Cinema (1998-2000), CINEinCAT (2001-2002) e Webcena (2001-2003). Escreve resenhas especiais para livretos de distribuidoras de cinema como Vers?til Home V?deo e Obras-primas do Cinema. Contato: felipebb85@hotmail.com

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