RESENHA CRÍTICA: Creed II (Idem)
Parece superado e parecido com o anterior. Francamente não achei
Creed II (Idem)
EUA, 18. 2h10min. Direção de Steve Caple Jr. Roteiro de Coogler, Aaron Convington, baseado em personagens de Stallone. Com Sylvester Stallone, Michael B. Jordan, Tessa Thompson, Phylicia Rashad, Tony Bellew e as presenças estrelares de Dolph Lundgren (voltando a fazer o papel de Ivan Drago, muito envelhecido), Florian Munteanu (como Viktor Drago), Milo Vintimiglia (Robert Balboa, filho de Stallone na história), Robie Johns (menino como neto de Stallone), a antiga Brigitte Nielsen (na vida real ex-mulher de Stallone aqui como Ludmilla Drago).
Não conheço Caple Jr (vindo de curtas e documentários e o longa The Land. 16). Embora tenha realizado um filme sombrio, com imagens escuras (me deixou em dúvida, não tem mais o brilho do anterior embora o resultado seja bastante bom!). Resumo: Anos depois de Adonis Creed ter feito sucesso sob o controle de Rocky Balboa, ele se torna o campeão peso pesado do mundo. É quando começam os problemas com o casamento com Bianca, e principalmente na Filadélfia, a situação se complica quando Ivan Drago, o boxeador russo que matou o pai de Adonis, chega com seu filho Viktor para desafiar Adonis. Este aceita o desafio, mas vence apenas por ponto técnico e agora desmoralizado tem que recomeçar com a ajuda de Rocky!
Parece superado e parecido com o anterior. Francamente não achei. Continuo a ser admirador do Michael B.Jordan (de Pantera Negra) apoiado por um elenco curioso (afinal, não dá para defender o Dolph Lundgren, célebre e muito envelhecido, ou seja, canastrão). Mas a gente já se acostumou com Stallone, com a trilha musical empolgante de sempre, e me deixou fora de contexto apenas pelo ambiente escuro (todo o filme e em toda a parte). Mas segue bem ou até melhor o filme anterior e no gênero, continua a impressionar! Conseguiu uma bilheteria mais do que decente (115 milhões de dólares!).
Sobre o Colunista:
Rubens Ewald Filho
Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de Éramos Seis de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o Dicionário de Cineastas, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.
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