RESENHA CRÍTICA: Éden

Bem narrado, bons atores, história humana. Vale a pena assitir!

26/08/2014 14:43 • Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CR�TICA: Éden

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Éden

Brasil, 2013.Direção de Bruno Safadi. Com Leandra Leal, João Miguel, Julio Andrade.

Estou cada vez mais decepcionado com o espectador brasileiro que não feito sua parte.Ele sempre reclama do cinema nacional com amor próprio ferido e quando aparece filmes interessantes e de qualidade, recusam-se a assisti-lo. Até as comédias estão piorando enquanto os recentes festivais tem demonstrado que há qualidade e diversidade, que resultam em filmes bem interessantes. Como este aqui que em Gramado 2012, levou o premio de melhor atriz, ainda som e atriz no Festival do Rio. Realizado pelo mesmo Bruno Safadi, O Uivo da Gaita novamente com Leandra e mais Mariana Ximenes. Este Éden é sobre jovem que perdeu o marido tragicamente, quando ele foi assassinado quando estava com 8 meses de gravidez. Bem narrado, bons atores, história humana. Experimente. 

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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