RESENHA CRÍTICA: A Maldição da Chorona (The curse of the La Llorona)
O projeto tem orçamento acima da média e se esforça em difundir delírios e mistérios latinos! Aliás, esse é sua razão de ser, o terror à moda latina
A Maldição da Chorona (The curse of the La Llorona)
EUA, 2019. 1h33 min. Direção de Michael Chaves (que fez apenas TV e séries, seguido agora por The Conjuring 3). Roteiro de Mikki Daughtry, Tobiasd Iaconis. Com Linda Cardellini, Raymond Cruz, Patricia Velasquez, Marisol Ramirez, Sean Patrick Thomas. Rodado em Los Angeles.
Ignorando uma série de avisos uma mãe em perigo suspeita de uma criança em perigo. Isso acaba fazendo com suspeitando de uma criança em perigosa, um assistente social e suas próprias crianças. A única esperança de La Llorona é trazer o mal e inclui um padre desiludido e o misticismo que pratica. A melhor coisa do filme é a presença da atriz americana Cardellini, que fez Os Vingadores a Era de Ultron, O Segredo de Brokeback, Scooby Doo, Legalmente Loira, Green Book, o Livro. Também famosa por séries de TV. O ator espanhol Tony Amendola que foi o padre Perez esteve também em Annabelle, já que o filme faz parte da série The Conjuring Universe. O projeto tem orçamento acima da média e se esforça em difundir delírios e mistérios latinos! Aliás, esse é sua razão de ser, o terror à moda latina.
Sobre o Colunista:
Rubens Ewald Filho
Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de Éramos Seis de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o Dicionário de Cineastas, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.
relacionados
últimas matérias