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| Jennifer Aniston, Owen Wilson, Eric Dane, Alan Arkin, Haley Bennett, Marc Macaulay |
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| Jennifer Aniston e Owen Wilson interpretam Jenny e John Grogan, um jovem casal analisando a hipótese de aumentar a família. E aí chega o Marley...um filhote de labrador absolutamente adorável que é expulso da escola de treinamento de cães e rapidamente transforma sua nova casa em uma área de calamidade. Mas com o passar dos anos, a família Grogans acaba percebendo que o "o pior cão do mundo" é quem na verdade os faz serem melhores. |
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Inglês, Português, Espanhol |
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Baseado em um best-seller, Marley & Eu foi escrito por John Grogan como suas memórias narrando a criação de sua família que, além de sua mulher e filhos, contava com a desastrada mas ilustre presença de Marley, o pior cão do mundo que secretamente se transformaria no melhor. A trajetória da família é contagiante, e a sensibilidade com a qual Marley & Eu é dirigido torna-se irresistível. Tecnicamente, a história é bem previsível e passa por caminhos já percorridos incontáveis vezes. O diferencial aqui é que o texto dos roteiristas Scott Frank (O Vigia) e Don Roos (Finais Felizes) tentam ao máximo se esquivarem de clichês, e a direção focada de David Frankel (O Diabo Veste Prada) conserva um tom maduro e um clima de afeição indispensável para a ligação entre a audiência e os personagens do filme, que se tornam tridimensionais e cujas experiência de vida nos atingem em cheio.
Então, desde sua singela cena inicial, com o casal recém-casado claramente apaixonados percorrendo a neve, até seu fim absolutamente comovente, Marley & Eu te pega de um jeito inesperado. Ele começa como uma simples comédia romântica e logo vai tomando ares surpreendentes, nos levando para uma carga emocional pesadíssima ao seu último ato, engrandecendo o drama do filme à algo autêntico e realmente muito belo. Não tendo lido o livro consagrado de Grogan, não sei como a experiência será para os fãs da obra, e nem se o filme é, de fato, fiel. Mas é perceptível que foi tudo feito com cuidado e, principalmente, paixão. Frankel sabe o que tem em mãos e os roteiristas não dispensam questões relevantes acerca do relacionamento entre John e Jennifer, que passa por altos e baixos durante um casamento recheado de tons e momentos distintos. O triunfo, porém, é mostrar todos os problemas, a felicidade, a risada e as tristezas da família ao lado do cachorro, inserindo assim uma significância necessária à história que anseiam contar.
O filme possui, por isso, tamanha humanidade e sensibilidade que esmiúça qualquer sentimento de "previsibilidade" possivelmente extraído do roteiro, ou mesmo da direção convencional, que não ousa. Mas tanto Frankel quanto os roteiristas fazem um trabalho digno ao tornar a história de família dos Grogan como uma experiência de vida importante e contagiante, válida para reflexão e digna para comoção. Por isso, não se assuste se seus olhos te pegarem de surpresa ao fim. A emoção te pega de uma forma nada esperada, e apenas eleva Marley & Eu à um patamar claramente mais consistente e admirável do que de um filme convencional do gênero. O que lhe da sua força é seu senso irremediável de emoção e sentimento, e personagens puros e conquistadores cujas vidas nos tocam por serem como as de qualquer outros.
É válido ressaltar também que a dupla de protagonistas não faz mal. Owen Wilson ( Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor) deixa de apoiar completamente na veia cômica para ressaltar ares mais dramáticos, e não compromete. Mas quem merece os elogios mesmo é Jennifer Aniston ( Separados pelo Casamento) que, adorável, te conquista completamente com uma atuação sincera. A dupla constrói uma bela química que se revela essencial. Os coadjuvantes ilustres Alan Arkin ( Agente 86) e Kathleen Turner ( As Virgens Suicidas) apenas deixam tudo mais interessante. Juntando-se então um elenco competente, atributos técnicos relevantes e uma história das mais tocantes, e temos um filme realmente eficiente. Marley & Eu pode ter elementos reprováveis, seguindo fórmulas e caindo em clichês, mas o que tem a oferecer de virtuoso pesa muito mais do que tem de falho. E por isso ele te conquista, ao narrar uma bela história com qualidades incontestáveis. Ele se eleva, portanto, do mero sub-gênero de cachorros desastrados. Porque Marley é muito mais que isso. E da mesma forma que ele muda os Grogans, ele meche com a audiência. (Wally Soares – confira o blog Cine Vita) .
Ao contrário de muitas pessoas, quando eu soube da estréia de Marley e Eu como um filme fiquei feliz. Não havia lido o livro ainda, mas tenho um cachorro, um maltês, que é sim meu melhor amigo. Seu nome é Duque Otto (Duque é o nome do pai e Otto é o nome que eu dei em homenagem ao protagonista do filme Os amantes do circulo Polar), e eu não vejo mais a minha vida sem este meu ainda filhote (ele faz 10 meses dia 22) que me ajudou a ser mais humana e fiel nos relacionamentos. Então, antes de ver o filme, minha tia que tem o livro me emprestou e eu o li em apenas 3 dias, e digo: o livro é magnífico. Doce, humilde, humano. John Grogan conta a historia de uma maneira que qualquer pessoa, incluindo as que não tem cães, se identificam. Então pensei: o filme não pode ser tão ruim como falam. E realmente não é, só que infelizmente, como uma gama de adaptações, não chega aos pés do livro.
O problema do filme não são os atores (Owen Wilson alias cai como uma luva no papel, e Jennifer Aniston é realmente parecida com a Jenny da vida real), nem a direção em si, mas sim o roteiro. O fato é que, embora Marley e Eu o livro, tenha apenas 300 páginas, essas 300 paginas são tão enriquecedoras que deveriam ser analisadas com cuidado, para se fazer uma triagem e um roteiro. Mas, infelizmente, o que vemos é um filme enxugado, comprimido, afim de que se dê tempo de se chegar até o final. A história é básica: Casal jovem casa e decide comprar um cão. Escolhem um labrador que é um sapeca ao quadrado, e cria uma serie de confusões na vida do casal, mas também partilha de suas vidas através dos anos. Mas o que é essencial, e que foi muito pouco mostrado, é o relacionamento de grande amizade entre John e Marley. John realmente ama o cachorro, e em um momento da historia que considero um dos mais fascinantes do livro: quando John adestra Marley, infelizmente é cortado sem piedade do filme. Outra coisa que não me agradou, é que no livro, John só escreve um artigo sobre Marley no final, enquanto no filme, ele frequentemente em sua coluna matinal fala sobre o cão. Mas....como as adaptações são assim mesmo (ou são melhores que o livro, ou inferiores - eu nunca vi um filme com uma adaptação na medida exata), eu entendo...mas não compreendo.
Então, o filme é divertido, também tocante, e não fará mal a ninguém. Agora, eu aconselho você a ler o livro, este sim, uma preciosidade. (Viviana Ferreira)
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Cenas Excluídas – São 19 cenas que ficaram de fora da edição final do filme, com a possibilidade de serem assistidas com os comentários do Diretor, algumas delas são interessantes, a maioria tem uma boa explicação do porquê ficaram de fora. Se assistidas de uma só vez (há esta opção), são mais de 26 minutos de “filme”.
Encontrando Marley – Um bom featurette com 7 minutos mostrando a escolha dos cães que protagonizaram o filme (são principalmente três: Clyde, Jonah, e Rudy), seu treinamento e escolha da raça e suas características. Interessante
Quebrando a Regra de Ouro – Um “making of curto” com depoimentos de atores e equipe técnica, bem tradicional nos seus 8 minutos, comentando um pouco sobre os personagens, como foi trabalhar com os cães e uma pitada sobre o roteiro. Há algumas cenas de bastidores.
No Set com Marley – Mais um featurette, desta vez com 2 minutos e meio. Tenta fazer uma “entrevista” com um cão e suas “aspirações” cinematográficas. Completamente dispensável e sem graça.
Adoção de Animais – Com 5 minutos, este featurette mostra a importância de se adotar animais e como escolher e tratar um, certamente quem gosta do filme e do livro já sabe, mas é sempre bom reforçar a idéia.
Erros de Gravação – O tradicional “gag reel”, ou seja, um clipe com “falhas nossas”. Tem 5 minutos e meio, cheio de reações de bastidores, esquecimentos de textos, piadinhas, improvisos etc.
Quando Não Fazer Xixi – o Diretor David Frankel comenta uma cena em que o cachorro resolveu fazer xixi numa cena, mas a adestradora o impediu, mas ele considerou que ficaria melhor com ela, que foi difícil reprodução. Com 2 minutos.
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Um bom filme baseado num “best seller” das livrarias tem no seu lançamento em DVD uma boa qualidade. A “novidade” é que esta versão aqui lançada é a mesma para locação e para a venda final ao consumidor e é baseada na edição “especial” americana, por lá com dois discos, o segundo apenas com uma “cópia digital” do filme. Os extras são os mesmos, apenas suficientes, nada muito inovadores ou reveladores. Mas bem propícios para o gênero. A parte técnica está boa, não gostei muito da qualidade da imagem, achei meio sem definição e com uma certa granulação. Pelo menos manteve o formato original da exibição dos cinemas,com a mesma fotografia “desbotada”. O áudio no idioma original está bem distribuido, limpo e fazendo com que tenhamos uma boa “ambientação” nos seus 5.1 canais, ou seja, nos sentimos dentro das cenas. A dublagem mantém as características, com alguns ajustes de volume, mas as vozes dos dubladores não condizem com as originais. Não é mal dublado, apenas achei que elas não combinam. Deverá ser sucesso nas locadoras e poderá ser visto por quem não leu o livro. Para os que leram, ocorrerá uma certa decepção. Mesmo assim, vale uma espiada. |
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Por Edinho Pasquale em 07/05/2009 |
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